Este provérbio sugere que a pessoa excessivamente exigente ou indecisa, ao rejeitar muitas opções na busca pela perfeição, acaba perdendo as melhores oportunidades. Como resultado, ela termina sem escolha e acaba tendo que aceitar o que restar, sendo, na prática, escolhida pelas circunstâncias em vez de ter o controle sobre o que escolheu.