Este provérbio transmite a ideia de que, em situações de necessidade extrema ou crise, as riquezas materiais perdem seu valor. Ele ensina que, quando a sobrevivência ou as necessidades básicas estão em jogo, coisas essenciais como a comida valem muito mais do que bens de luxo, que se tornam inúteis nessas circunstâncias.