Este provérbio expressa um sentimento de egoísmo e alívio pessoal diante da morte de outra pessoa. Ele reflete a ideia de que, embora a morte seja algo lamentável ou definitivo, o indivíduo prefere que o infortúnio tenha acontecido com o outro em vez de consigo mesmo. É uma forma franca de dizer que, na hora do perigo ou da perda, o instinto de preservação própria fala mais alto do que a empatia pelo próximo.