Esse provérbio é usado de forma irônica quando alguém sabe que está sendo enganado, ouvindo uma mentira ou um elogio falso, mas prefere fingir que acredita porque a ilusão é mais agradável do que a realidade. Ele transmite a ideia de que, às vezes, as pessoas preferem se iludir com algo bonito ou confortável a ter que encarar uma verdade desconfortável.