O provérbio sugere, de forma irônica, que não é grave roubar alguém que também comete ações desonestas ou que já lucrou com prejuízos alheios. A ideia transmitida é a de uma espécie de 'justiça poética' ou compensação, onde a vítima do roubo inicial não teria moral para reclamar por também agir de maneira errada. Na prática, é usado para minimizar a culpa de um ato ilícito quando o alvo da ação também não é uma pessoa honesta.