A expressão descreve o ato de alguém tentar parecer bondoso ou generoso utilizando recursos que não lhe pertencem, como o dinheiro, o tempo ou o esforço de outra pessoa. O provérbio transmite a ideia de que não há mérito real em fazer caridade quando o sacrifício é assumido por terceiros, criticando a falsa generosidade de quem quer ganhar prestígio às custas dos outros.